Após ler o texto modelo
dos modelos e refletir sobre as palavras do autor faço uma análise que me leva a
pensar e repensar a prática da sala de AEE. Em um tempo não muito distante não
existia salas de AEE e sim classes especiais onde se buscava padronizar o aluno,
ele teria que responder igual no mesmo tempo que o grupo em que ele estivesse
inserido. Neste contexto onde estava
inserido não se respeitava seu tempo de aprendizagem. Inúmeras vezes eram
feitas tarefas maçantes com um único objetivo buscar a padronização tentando encaixá-lo
em um modelo em que se acreditava ser o correto o único. Com o tempo percebe-se
que o conceito e as expectativas em relação a este aluno vêm se transformando,
ainda mais quando se remete ao seu desempenho escolar. As classes especiais aos
poucos vão dando lugar as salas de AEE e não é apenas uma mudança de
nomenclatura e sim uma mudança de trabalho, objetivos, expectativas, de visão a
cerca da educação especial e do Atendimento Educacional Especializado.
Hoje se trabalha pensando na
realidade do aluno, suas potencialidades, o que ele sabe e o que ele precisa
saber. A partir desde conhecimento traçasse um plano individual de Atendimento
Educacional Especializado utilizando técnicas variadas não para tornar o aluno
que seja próximo ao que se intitula normal, mas sim um aluno que tem muito a
oferecer a aprender em seu tempo e com suas condições e limitações.
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